Tudo junto e misturado

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

sábado, 25 de outubro de 2014

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Satisfação com o mias médicos

É bom lembra que a obrigação de contratar os médicos para os postos de saúde, é dos municípios, cabendo ao governo federal repasses de verbas, que aumentaram nos últimos anos como consta nas prestações de contas do governo federal. Portanto esse programa é um esforço a mais desse governo que vive sob fogo cruzado da mídia e do mercado diuturnamente. E em plena crise econômica mundial desde 2008 que só encontra precedência na grande depressão de 1929, esse governo consegue aumentar em mais de 14 mil profissionais da saúde, os quadros de profissionais de prefeituras de glutões desse imenso país, onde pessoas nunca haviam se consultado com um médico. Já está ótimo? Não, não está, mas não seria em uma dúzia de anos, que o governo resolveria todos os problemas de um país com 500 anos de atraso, e não será com o banco central independente que isso ocorrerá.

 

 

Mais médicos: 95% da população está satisfeita e 85% diz que atendimento melhorou muito

SEX, 05/09/2014 - 10:37
ATUALIZADO EM 05/09/2014 - 10:37

Jornal GGN - O Programa Mais Médicos, do governo federal, completou um ano, nesta semana, desde que os primeiros profissionais começaram a atuar. Uma pesquisa inédita mostra: 95% da população atendida e entrevistada diz estar satisfeita com a atuação dos médicos, com notas acima de 8 para os profissionais, e 86% avalia que o atendimento melhorou muito.
"O programa Mais Médicos efetivamente está garantindo mais acesso, qualidade e mais humanização no atendimento. E essa pesquisa confirma que aqueles que usam o Programa Mais Médicos, na periferia de grandes cidades, no interior do país, na Floresta Amazônica, no sertão nordestino, estão muito satisfeitos com o médico", disse o ministro da Saúde Arthur Chioro, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (04).
A pesquisa realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) entrevistou 4 mil pessoas em 200 municípios que contam com os médicos do programa, entre junho e julho deste ano.
A grande maioria (96%) afirmou que os profissionais são competentes e 90% aprovaram o tratamento durante o atendimento.
Um total de 84% dos entrevistados revela estar satisfeito com a duração da consulta médica, 83% vê uma melhoria nos esclarecimentos sobre os problemas de saúde e 80% estão contentes com o acompanhamento do paciente pelo mesmo profissional. Além disso, os usuários observaram que foram informados sobre outras formas e prevenção e ação: 67% receberam recomendações de alimentação e 56% de atividades físicas.
Em perguntas espontâneas, os entrevistados levantaram os pontos fortes do Programa Mais Médicos: 56% afirmaram que aumentou o atendimento e número de consultas, 33% ressaltaram a presença de médicos todos os dias nas unidades básicas e 37% elogiaram os médicos como atenciosos.
Apenas 2% considera que o Programa está pior do que o esperado, contra 74% que acredita estar melhor, e 19% acha que está como se esperava.
Mais formação
Junto com a apresentação da pesquisa, o ministro da Saúde anunciou, ao lado do ministro da Educação Henrique Paim, o terceiro eixo do Programa: 39 municípios receberão cursos de Medicina, ampliando também a área de especialização, com as residências médicas.
As cidades escolhidas têm 70 mil habitantes, não dispunham de curso superior para médicos, localizadas em 11 estados do país e nenhum dos municípios é capital. A intenção é oferecer a formação em regiões que necessitam do curso, mas que tenham estrutura da rede de saúde para realizar as atividades práticas, sobretudo no programa de residência.
Uma das condições para instituições de ensino superior receberem os cursos é realizar investimentos na rede de saúde.
O anúncio é parte da previsão de criar, até 2017, mais 11,5 mil vagas de graduação e 12,4 de residência, com foco na valorização da Atenção Básica e outras prioritárias para o Sistema Único de Saúde (SUS). Novas faculdades serão instaladas em regiões do Norte e Nordeste e em cidades do interior do país.

Desde a criação do Mais Médicos, os cursos de Medicina estão, em sua maioria, em municípios do interior: 11.269 vagas, diante de 10.045 em capitais. Antes, até 2012, as capitais tinham a maior oferta de vagas de graduação de médicos.

domingo, 15 de junho de 2014

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Como melhorar o padrão

Poderíamos sim ter hospitais, não padrão Fifa, pois esse é um padrão duvidoso, basta ver as denuncias de corrupção contra João Havelange e o próprio Blatter, mas poderíamos tê-los padrão Canadá e educação padrão Coréia do Sul. Bastaria pra isso, acabar com a sonegação de impostos que só nos primeiros cinco meses desse ano já ultrapassa 200 bilhões de reais. O mais interessante é que ninguém protesta contra esse estado de coisa, pagamos o imposto ao comprar determinado produto ou serviço e esse dinheiro ao invés de financiar a saúde ou a educação vai para o bolso de um empresário desonesto, e disso ninguém reclama, já contra a copa... Como se 30 bilhões fizessem mais que 200, esse é o nosso Brasil.

segunda-feira, 21 de abril de 2014







Racionalização

 O estado racionaliza sua ação e "culpabiliza" o povo.

O povo rebate a acusação e a joga sobre os ombros do estado.

É incrível como ainda prevalece a moral de rebanho nietzschiana.

As ovelhas seguem as ovelhas.

Por que não seguem um cavalo ou um cachorro?

Para onde a corrente me levar eu irei?

Para onde o vento soprar- me  seguirei.

A sociedade nos condicionou a ser imediatistas.

Não ponderamos, nem deliberamos.

Simplesmente somos velozes.

Correr rápido, ser produtivo.

Para depois alimentar os vermes com nossa matéria gratuitamente penhorada?

É impossível aceitar o inaceitável.

A realidade se contrapõe a vontade social e individual.

Racionalizamos nossa existência finita e morbidamente comum.

E nossa incapacidade de ser vivo concomitantemente mortal.

Devemos aprender a lidar com o impossível.

Limitar nosso repertório de possibilidades.

Os motivadores motivam a destruição.

Compelem a supremacia da desigualdade.

O que são os desejos?

Desejos, fonte vital e fúnebre.

Desejamos o tempo todo.

É uma necessidade antrópica.

O que nos move, atemoriza e vigoriza.

A finalidade última de toda a ação.

São bem vindas virtudes, execradas todas as imperfeições.

Algo perfeito é algo estático e amorfo.

Ninguém evolui no estágio máximo.

Pois é um limite com avanço limitado.

O inferior é um estágio de retrocesso limitado e progresso ilimitado.

Essa é uma afirmação lógica e evidente.

O niilismo é isso, a ideia representativa do simples segredo da vida.

O segredo é que não há segredo algum.

É face ambígua, regozijo e frustação.

Prudência e satisfação não podem conviver harmoniosamente.

Alguns se realizam, outros se perpetuam à decrépita vontade.

Caminhos estreitos ou largos.

Solitários ou comungados.

Seguros ou arriscados.

Prolixos ou milimetricamente curtos.

Ética e moral.

Palavras que poucos conhecem o cerne.

A maior parte da humanidade tem uma opinião intuitiva acerca destas.

O pouco entendimento que há, excomunga-se diante de abjuração de desejo.

Potência é individual, no entanto, ato é social.

Às vezes sou o que não quero ser, mas desejo que outros sejam o que eu quero.

Não me contento com insucesso.

Por conseguinte instigo o sucesso sobre outro corpo e outra alma.

Não haveria movimento, se não houvesse dialética.

Pois uma coisa existe quando outra não existe.

Dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço.

Só pensamos em vida quando a parafraseamos com a morte.

Deveriam nos ensinar a nos ensinarmos autonomamente.

Ser independente de exterioridade.

Chegar ao estado ataráxico é a perfeição completa.

Porque ser perfeito é fugir do estigma do alto desempenho.

Das conquistas concupiscentes e gloriosas.

O sábio vive sozinho.

É assim que encontra seu próprio caminho.

Quando encontra a si mesmo.

Será humilhado quem exaltar-se.

E exaltado quem humilhar-se diante da verdade.

 

 

quarta-feira, 19 de março de 2014

Reflexões Ontológicas

Linguagem o que representa?
Um conjunto de caracteres e sons que formam a sintaxe.
Ou milhares de anos de uma vertiginosa história de evolução e disputa?
Vivemos em uma torre de babel urbana.
Na qual existem três poderes interdependentes.
O político, o econômico e o linguístico.
Além da ordem mórfica, ainda há a censura tácita.
Não posso dizer nada além das prescritas convenções sociais.
Se falo demasiadamente, sou inconveniente.
Se me calo, não estou adequadamente socializado como os demais.
Nos bairros pobres, ouço assassinarem nossa língua portuguesa.
Com erros grotescos de conjugação verbal e gírias.
Praticamente tudo o que é dito é reduzido ao singular.
Nos logradouros da alta estirpe.
Vejo um português perfeito, polido com tamanho esmero.
 A ponto de tornar-se reluzente aos ouvidos.
O serviçal admira a articulação veloz e melindra dos reis.
Estes nasceram para ordenar.
Pois ordens devem ser ditas com autoridade gramatical.
Somos chameleons speakers.
No trabalho tenho que me ater à formalidade.
Em todo curriculum vitae é imprescindível dominar outros idiomas.
Poliglotas são os deuses no mercado.
Numa entrevista de emprego, gerundismo e pleonasmo são fatais.
Nas redes sociais, sou logo descartado, se iniciar com um deslize ortográfico esdrúxulo.
Em uma roda de bar, sou classificado como altivo, caso siga o padrão culto.
O modo como falamos não evidencia apenas nossa origem.
Mas também o grupo a que pertencemos e a etiqueta comportamental deste.
Com descomunal importância dada à forma, a comunicação se reduz a um simples adorno.
A pergunta que me faço, diante da rigorosidade linguística é,
Na sociedade atual, qual é o valor de um analfabeto?
Certamente um peso inestimável para o estado, para a economia e para a sociedade.
Sobretudo, porque podem isentar-se do voto.
E não são capazes de compreender outdoors e tornarem-se potenciais consumidores de bobagens.
Muitas palavras, muitas vezes não dizem nada.

É apenas uma reprodução incessante de algo padronizado.

Vinícius Del Poço

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

O discurso do “pode mais” encobre a porta do passado

Fernando Brito
Vocês já repararam que a oposição, no Brasil, nunca diz que “é contra?”
Na campanha de 2010, recordem-se, Serra apelou para “O Brasil pode mais”.
Dizia que poderia fazer mais e melhor.
Quando a memória dos brasileiros  lembrava que haviam feito menos, e muito pior.
Agora, a conversa é de que “o modelo está esgotado” e que é preciso partir daqui para um novo, porque este está nos afundando.
O Brasil real, entretanto, vai atravessando- com dificuldades e escoriações, é verdade – o campo minado de uma crise que destroçou a economia mundial, criou centenas de milhões de desempregados e arruinaram as potências mundiais.
S este modelo está esgotado, qual é o que se abre para o país?
Cessar os gastos públicos com programas de transferência de renda?
Revogar a política de investimentos pesados em infra-estrutura, para a qual nunca há dinheiro privado?
Abrir mais ao capital internacional a exploração de riqueza do petróleo, renunciando a fazê-lo, essencialmente, sob o comando da Petrobras?
Retornar a uma diplomacia de submissão, regressando a um alinhamento automático com os EUA.
Acabar com as garantias de aumento real do salário mínimo?
Cortar os subsídios para a habitação popular do “Minha Casa, Minha Vida”?
Todo o discurso fica na “capacidade gerencial”, como se isso aqui fosse apenas um botequim que precisasse de um dono mais organizado.
Este é um país e um país precisa, mais do que de qualquer coisa, de um horizonte, um destino, um sentimento coletivo que o anime e faça caminhar para a frente.
E isso só existe quando este desejo é coletivo e quando se firma uma convicção de que, de fato, podemos e seremos mais.
E este sentimento, de verdade, só surge quando se dá valor e sentido de exemplo e conquista ao que pudemos e somos agora.
Ai, caro leitor e estimada leitora, como seriam as coisas se dissessem que tudo o que vocês conseguiram juntos, está esgotado e mofado, se surgissem algumas dificuldades?
Bem, se fossem os meninos, na sua inexperiência e volúpia, seria o caso de compreensão e diálogo, entendimento.
Mas não são.
Sabem que, abandonando este caminho, todas as portas nos levam ao passado.
Querem que o povo brasileiro dê a mão e siga quem se nutriu e engordou politicamente em uma causa e que, sob a capa do “purismo” renega seus companheiros e vai dar à mão aos piores personagens de nossa história recente, ao que venderam o nosso país, entregaram nossa riqueza e se opuseram e sabotaram todo o tempo o modelo que, agora, dizem que está esgotado?
Ainda não faz tanto tempo que se tenha esquecido o que o Brasil foi e olhos lúcidos para ver o que é hoje.
Temos erros, muitos, muitos mesmo.
O pior deles, pelo qual pagamos caro, hoje,  foi o de termos falado pouco ao povo brasileiro e acreditar que a crise do velho modelo era tão grande e evidente que não devíamos apontá-la.
A liberdade e a democracia, que não resolvem tudo sozinhas, têm, entretanto, algo maravilhoso.
É que o povo pode ver, ler e ouvir, quando chega a hora, tudo o que lhe escondem todo o tempo.
Mas se não tivermos a coragem de mostrar, as tintas reluzentes com que pintam o alçapão do passado podem nos atrair à escuridão.
Passou o tempo em que poderíamos nutrir a ilusão de agradar a todos.
Não é procurar os confrontos que podemos evitar:  é não fugir daqueles que devemos enfrentar.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Gilmar Mentes, meu comprovante está aqui, cadê o seu?


Gilmar, o atirador de pedras, terá seu telhado de vidro na Bahia?

 Autor: Fernando Brito

gilmar2
Luís Nassif, a propósito das suspeitas levantadas pelo Ministro Gilmar Mendes sobre as doações feitas publicamente para o pagamento das multas impostas pelo STF e José Genoíno e a Delúbio Soares, publicou uma verdadeira bomba.
O Instituto de Direito Público, de propriedade do Ministro, firmou contratos de milhões com o Tribunal de Justiça da Bahia, que está sob auditoria – no Judiciário o nome é correição – do Conselho Nacional de Justiça.
Sua excelência, que suspeita de todos, mesmo tendo a obrigação de, como juiz, presumir a inocência até prova em contrário, também tem o benefício da presunção da inocência.
Mas tem, também, a obrigação moral de vir a público explicar a situação e mostrar os comprovantes das transações de sua empresa com o presidente de um Tribunal de Justiça afastado do cargo por irregularidades.
Como sugeriu o próprio Gilmar Mendes, “são coisas que precisamos examinar”.
Afinal, Miruna Genoíno, já disse que está à disposição a lista dos CPF de todos os doadores que ajudaram seu pai.

Luis Nassif
Aqui, uma provável explicação para mais um factoide criado pelo Ministro Gilmar Mendes. 
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem um belo pepino na mão.
Ontem, iniciou o que se anuncia uma “devassa” no Tribunal de Justiça da Bahia. Serão dois dias de trabalho intenso comandados pelo Ministro Francisco Falcão, cujo relatório definiu o afastamento, em novembro passado, do presidente do Tribunal, Mário Alberto Hirs (clique aqui).
Falcão foi firme nas suas declarações: “Vai ser apurado com todo o rigor. Doa a quem doer” (clique aqui).
Segundo o jornal “A Tarde”, Falcão ficou “espantado” com o que encontrou. 
Além de suspeitas de vendas de sentença, de compras injustificadas, Falcão afirmou que “parece que a lei de licitações (na compra de serviços e produtos) jamais passou por aqui. (clique aqui). Falcão foi responsável pelo relatório que provocou o afastamento do presidente do TJBA, Mário Alberto Hirs.
É aí que se entra na parte complicada da história.
Um dos maiores contratos firmados por Hirs foi com o IDP (Instituto Brasileiro de Direito Público) empresa que tem como proprietário o ex-presidente do CNJ Gilmar Mendes (clique aqui).
É um contrato maiúsculo:
“A parceria prevê a implementação do Programa de Formação e Aperfeiçoamento de magistrados e servidores em 2012 e 2013. A ação dará continuidade ao trabalho realizado pelo Programa de Capacitação em Práticas Judiciárias, que capacitou 58 turmas, sendo 25 na capital e 33 no interior, contemplando um total de 2,4 mil servidores”.
Estima-se que deva passar dos R$ 10 milhões.
O contrato foi celebrado no dia 21 de abril de 2012 e visou capacitar os servidores para atender às exigência do proprio CNJ (clique aqui): 
“um convênio para a capacitação de servidores e magistrados do judiciário baiano, em atenção à Resolução 126/2011 do CNJ, que criou o Plano Nacional de Capacitação Judicial (PNCJ), constituído pelo conjunto de diretrizes norteadoras das ações promovidas pelas Escolas Judiciais brasileiras na formação e aperfeiçoamento de magistrados e servidores do Poder Judiciário”.
Na página do TJBA, foi retirado o link que permitiria ler o decreto (clique aqui). Mas sabe-se com certeza que foi assinado pelo mesmo desembargador Hirs, sob suspeita de não seguir a lei das licitações.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Gerundiando

Atônito, antagônico
Elevado, apreciado
Merecido, querido
Reles, alteres
Cuidado, drogado
Ócio, simpósio
Gestor, extrator
Quimera, aquarela
Ensejo, gracejo
Incêndio, vilipêndio
Otário, diário
Beleza, pobreza
Primeiro, dinheiro...
Palavras que o mundo
Vai "estar"usando.


 Acho que essa porra ainda vai se incorporar à língua. Ou seria vai estar se incorporando?


José Serra, os porquinhos e a matemática.

Esses videos mostram como se faz necessário a saída do sapo barbudo analfabeto e ignorante, para a entrada de alguém culto e versado em todos os assuntos.

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