Tudo junto e misturado

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Reporteres da Band sem noção

Band precisa dar um curso de boas maneiras à seus reporteres.




O Lula não para

Dilma demite Lula




Dilma demite Lula
Lula foi agraciado com o título honoris causa própria




STF - Após pressionar Gilmar Mendes para atrasar o julgamento do Mensalão, o ex-presidente em exercício foi flagrado no apartamento de Neymar. "Achei que fosse um encontro social. Mas o Lula veio com uma conversa mole de que o Corinthians nunca ganhou uma Libertadores e blá blá blá. Afirmou que eu seria embaixador da ONU se simulasse uma lesão para ficar de fora das semifinais. Não entendi direito", declarou o craque santista.




A presidenta Dilma Rousseff perdeu a compostura ao ser informada de que Lula negociava para antecipar o fim de seu mandato para 2013: "Esse homem está impossível! Caso Luiz Inácio não renuncie, vamos dar início ao processo de impeachment", tergiversou a mandatária da Nação. Ao ser informada de que Lula não era mais presidente, Dilma resolveu demiti-lo.



No fim do dia, Lula foi pressionado pelo Botafogo para antecipar fim do Brasileirão. "Para termos tempo hábil de focar na Copa do Mundo, recomendamos a interrupção do Campeonato Brasileiro neste momento em que ainda somos líderes", diz o documento protocolado pelo presidente alvinegro.



Surrupiado daqui

Lula pressiona Blatter para atrasar Copa para 2015



Lula pressiona Blatter para atrasar Copa para 2015
Lula se encontrou com José Maria Marín, presidente da CBF, para negociar uma vaga no meio de campo da seleção




ITAQUERÃO - Animado com a repercussão de suas habilidades políticas, o ex-presidente Lula se reuniu com Joseph Blatter, presidente da FIFA, no escritório do cartola Andrés Sánchez. "Pelo ritmo das obras da Dilma parece uma temeridade insistir em realizar a Copa em 2014", argumentou Lula. "Melhor deixar para 2015, depois das eleições", disse. E a seguir completou: "O Mano Menezes está despreparado".




Perplexo com as insinuações, Blatter fez beicinho e ameaçou tirar dois títulos mundiais da seleção brasileira. Sem se intimidar, Lula garantiu ter controle político da FIFA, do COI, da NBA e do IV Torneio de Sinuca de São Bernardo. "Você, companheiro Blatter, precisava ir bater uma sinuquinha com nós lá no boteco do Renan", disse o presidente. A seguir perguntou, pegando o interlocutor de surpresa: "Que time é teu?". Blatter não entendeu a pergunta. Mostrou-se indignado e caprichou no português: "Bateu na trave e entrou no seu".



Andrés Sánchez confirmou o encontro de Lula e Blatter, mas disse que só entendeu a última parte da conversa. Depois negou que o papo tenha descambado para a Copa do Mundo. "Não deu tempo, ficamos falando sobre as Libertadores conquistadas pelo Corinthians", argumentou o cartola.

Afanado daqui



terça-feira, 29 de maio de 2012

terça-feira, 15 de maio de 2012

Confiram a honestidade da imprensa "livre"

Não vou falar nada, veja o video, clique nos links que te levará para a página da notícia e tire suas próprias conclusões.
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sexta-feira, 11 de maio de 2012

O jogo dos bancos lá e cá

Por Paulo Moreira Leite

Artigo de Delfim Netto na Folha de hoje explica por A + B que os benefícios das mudanças na regras da caderneta de poupança. Sua tese é que o benefício pela queda na taxa de juros irá compensar uma eventual redução nos rendimentos. Os empréstimos ficarão mais baratos e as pessoas vão gastar menos com as prestações acumuladas. Não vou entrar nos números, que estão lá. Mas, como diz o mesmo Delfim, citando Pascal: , “nesses tempos, a verdade é tão obscura e a mentira tão bem estabelecida que não a enxergaremos a menos que nos esforcemos muito”. Em tempos de irracionalidade econômica, é muito fácil esconder interesses verdadeiros e procurar transformar solução em problema – e vice-versa. O Brasil tem uma necessidade histórica de diminuir sua taxa de juros, condição para garantir um crescimento mais saudável. Essa necessidade tornou-se urgente em função do esfriamento da economia mundial, que exige medidas de estimulo ao crescimento. Uma das conseqüências nefastas da taxa de juros alta é que ela obriga o governo a abrir os cofres do BNDES para estimular investimentos produtivos. Você lembra como demonizaram o BNDES até há pouco, porque emprestava dinheiro a juros inferiores. Agora, quando o governo toma uma providência que poderá tornar seus empréstimos menos necessários, os mesmos críticos seguem na pancadaria. Por que? Porque o juro alto é o porto seguro para aquela pequena mas poderosa camada social brasileira que acumula rendimentos no mercado financeiro. Ela condiciona seus investimentos produtivos pela comparação com aquilo que pode ganhar na ciranda dos juros. Enquanto a ciranda financeira render mais, fica tudo como está. Caso a ciranda torne-se menos atraente, ela pode vir a ser estimulada a realizar investimentos produtivos. Nunca fará isso de boa vontade, por espírito empreendedor. Fará porque não há outra possibilidade. O jogo é esse e não é uma disputa fácil. Até porque a ciranda financeira representa um capitalismo sem risco. É um investimento garantido pelo governo e sustentado por toda sociedade. Com juros altíssimos, é difícil imaginar negócio – entre as atividades lícitas, claro – que possa ser comparado. Isso explica o gigantismo do setor financeiro brasileiro, com uma lucratividade sem igual com países desenvolvidos. É natural que essa turma se rebele diante das iniciativas do governo. E é compreensível que procure argumentos de toda ordem para tentar manter seus ganhos. Não acho que altruísmo e egoísmo sejam valores em debate neste universo. Nem se trata de julgar o caráter das pessoas. Estamos falando de interesses concretos. Um país sustenta um sistema financeiro porque ele pode ser útil na ampliação da riqueza da maioria dos cidadãos. Pode gerar empregos, auxiliar no consumo e estimular o progresso. O problema, diz Joseph Stiglitz, Premio Nobel de Economia, é que nós temos, hoje, no mundo inteiro, uma situação anormal – um sistema financeiro que não devolve, à sociedade, nem uma apequena fatia daquilo que recebe. Embolsa a maior parte e entrega migalhas – com se viu na crise de 2008, quando executivos seguiam recebiam bônus milionários depois que seus bancos pediam socorro aos cofres públicos para não fechar as portas. Não custa lembrar que, nos últimos meses, os bancos europeus ampliaram suas reservas em 1 trilhão de dólares, graças ao dinheiro barato oferecido pelo Banco Central europeu. Em vez de colocar o dinheiro em investimentos produtivos que poderiam ajudar na recuperação da economia, os bancos decidiram entesourá-lo – deixando o Velho Mundo à deriva. As diferenças são imensas mas a discussão, no fundo, guarda semelhanças nos dois lados do Atlântico. Por essa razão, o governo brasileiro comemorou a vitória de François Hollande. O impasse político da Grécia é parte da mesma situação. As duas eleições mostraram que, enquanto houver democracia, será difícil convencer a população européia a submeter-se ao sacrifício de Merkozy. Essa é a questão por lá. E também é a questão aqui. Os argumentos que criticam as mudanças na poupança são a torcida contra. Faz parte da democracia. O PT já fez isso no passado, mais de uma vez. Mas essa torcida não tem relação com a maioria política formada no país, que quer a preservação do crescimento e a defesa dos empregos. Foi esse o voto nas urnas que elegeram Dilma em 2010. A crítica a atuação do Banco do Brasil e da Caixa Econômica tem uma razão objetiva e inconfessável. Apoia-se no velho credo privatizante de condenar a iniciativa de oferecer crédito mais barato com o argumento de que só fazem isso porque são estatais. Mas é isso mesmo. Bancos públicos podem e devem tomar iniciativas que não faz parte da lógica dos bancos privados.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Vá de retro

De graça é caro, quem sabe no dia que me pagarem algum eu penso no assunto.


segunda-feira, 7 de maio de 2012

domingo, 6 de maio de 2012

Quem não entendeu nada não entende o proUni

Por Paulo Moreira Leite

Há certos momentos da vida brasileira que é preciso convocar Diderot, o pensador da Revolução Francesa que, diante dos movimentos de reação que se opunham aos avanços da democracia, lançou uma advertência histórica: Burgueses, vocês não entenderam nada. Lembrei disso há dois anos, quando se descobriu, em Higienópolis, um movimento para impedir a instalação de uma estação de metrô que iria trazer evidentes benefícios ao bairro. A votação sobre a constitucionalidade do proUNI no Supremo é um caso parecido. O proUni causou menos alvoroço do que as cotas e não deveria. Admito que há um debate maior sobre cotas. Muitos brasileiros foram educados pelo mito da democracia racial. Para eles, não é fácil aceitar a derrota moral de viver num país de cultura racista, onde a discriminação cria uma população disponível, forçada a aceitar o trabalho em condições difíceis e precária, nos piores empregos, com os piores salários. Mas o proUni é diferente. Seus benefícios sociais são tão óbvios e tão dirigidos aos mais pobres que é ainda mais escandaloso encontrar quem possa combatê-lo. Não vou entrar nos argumentos jurídicos do ministro Marco Aurélio, solitário voto contra num placar de 7 a 1. O ministro fez considerações contra o encaminhamento do proUni para votar contra. Também não quero falar das alegações sobre o prejuízo à Previdência – isso também me preocupa — que levou o sindicato dos auditores a combatê-lo. Vamos falar da substância. O programa ajuda estudantes muito pobres a fazer faculdade privadas, a partir de exigências rigorosas e exames difíceis. Em famílias com renda de até um salário mínimo e meio, o programa oferece bolsa integral. Com renda de três salários mínimos, a Bolsa é de 50. É uma questão de pudor, no fundo. Está além da política, ou pelo menos deveria estar. O sujeito deveria olhar para quem recebe o proUni e sentir vergonha de não querer ajudá-lo. Se já é difícil aceitar a idéia de que vivemos num país que submete seus jovens a um cotidiano tão duro, é ainda mais difícil aceitar que se tente combater medidas que procuram aliviar o destino das futuras geração. Curiosamente, muitas pessoas que adoram dizer em tom severo e boca cheia que vivemos num mundo competitivo, onde os diplomas abrem muitas portas no mercado, têm coragem de criticar um programa destinado a garotos e garotas que habitam um universo sem esperança. Mesmo que o Estado cumprisse a obrigação de dobrar a oferta de vagas oferecidas nas universidades públicas a maioria dos alunos do proUni ficaria de fora. Seria uma geração perdida. Num país onde dois terços das vagas do ensino superior são oferecidas pelo ensino privado, quem poderia ser contra isso? Quando quase metade das vagas dessas universidades são ociosas – e não é difícil saber a razão – como se pode condenar um programa que cumpre uma função social tão clara? O DEM, mais uma vez, foi o autor da ação no Supremo. Para um partido que já foi adversário, também, das cotas, é coerente. Mas tão coerente que é preocupante. Será que, em breve, o partido pretende debater a constitucionalidade da Lei Áurea, em nome da liberdade individual de um homem explorar outro homem? Anos atrás, havia quem dissesse que a escravidão era terrível mas reclamava que a abolição havia sido feita de modo apressado, quando o país não estava preparado para conviver com tantos negros libertos de uma só vez. Sinto um certo perfume de nostalgia escravocrata nesse empenho conservador para combater toda medida destinada aos mais pobres e aos negros. O sindicato das universidades privadas também era contra. Não quer ser atingido em sua liberdade de explorar o ensino privado. O proUni, afinal, atinge o mercado. Pecado. São freqüentes as denúncias de que em várias escolas os alunos do ProUni não têm o mesmo acesso a programas e benefícios oferecidos aos demais estudantes. A luta contra o proUni vai na mesma direção. Mas é espantoso. Se vivêssemos sob uma monarquia, como aquelas que começaram a cair nos tempos de Diderot, ainda dava para compreender. Se vivêssemos sob uma ditadura, quando o pessoal do DEM estava no poder, também. Mas vivemos sob uma democracia. Alguém pode achar possível impedir a luta pela igualdade entre os homens? Só aqueles que não entenderam nada.

José Serra, os porquinhos e a matemática.

Esses videos mostram como se faz necessário a saída do sapo barbudo analfabeto e ignorante, para a entrada de alguém culto e versado em todos os assuntos.
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Não é novela mas se quiser seguir fique a vontade